Minha lua de mel na Costa do Sauípe 2/4

Relembrando, semana passada só tinha chegado no aeroporto de Salvador e já estávamos dentro da van.

Piscinas onde rola o aquaxé e onde tem o bar da piscina

Logo depois da piscina, o prédio com a recepção no primeiro andar, e o restaurante no térreo.
Depois de uma hora de um estrada de pista simples, e um motorista meio zarolho que tentava fazer ultrapassagens onde era proibido (eu fiquei com medo sim) chegamos ao hotel! Nessa hora eu estava verde de fome. Aquela fome que se têm sempre que se come só porcaria fora do horário, já era mais de 4h da tarde, e eu só tinha comido um salgado as 10h, o lanchinho do avião perto do meio dia, e o café que peguei no aeroporto de Salvador, perto das 14h. Ou seja, eu estava verde. E irritada! E a moça da recepção até aceitou nosso checkin, mas o nosso quarto não estava pronto. Eu até fiz um charminho de que eu era preferencial, mas não colou (gente, naquela hora eu só queria deixar e dormir! sério estava ruim o negócio!)

Tensão, sentei no sofá e a moça que estava lá também estava com o quarto não pronto desde o meio dia. Tensão! Até que uma moça pegou minha mão boa, tascou uma pulseirinha e pimba, o Lindinho apareceu com cara de fome me chamando para irmos comer (apesar de não ter quarto, a comida já estava liberada).

Fomos para o bar da piscina. Em tempo, abria perto das 10h da manhã, fechava as 17h, servia suco, refrigerante, sanduiche (pão de hamburguer, hamburguer pronto (estilão sadia), queijo, presunto, tomate), batata frita, um churrasco (linguiça e alguma carne esturricada), sorvete nestle de massa, peixe frito, farofa.

Aqui vale uma ressalva, o suco era infinito (beba o quanto aguentar) naquela máquina que fica girando e gelando eternamente e você se serve por uma torneirinha. Não tinha muita cara de suco natural, mas no primeiro dia até que descia, sem açúcar. Eu vi de Umbú, de manga, de cajú, de tamarindo e de goiaba. O único que eu não fiquei entuchicada foi o de goiaba.

O refigerante era infinito, da linha Pepsi. O único light era pepsi normal. Tinha soda, laranja e guaraná. De máquina (igual de shopping). E tinha gelo também (muito bom o gosto do gelo). Acho que o sonho de toda a criança que existe dentro de um adulto é ter uma máquina de refrigerante infinita. Nós nos esbaldamos.

O sorvete nestlé era infinito! Era divino e infinto! A geladeira estava lá, era só abrir e se servir! (olha a criança dando cambalhotas dentro do adulto denovo). Tinha só sabores básicos como napolitano e chocolate (talvez tivesse também morango, mas eu não me lembro, tomei só no primeiro dia e uma outra vez).

No bar da piscina (ainda vestidos de são paulo, ou seja, calça jeans, tenis e camiseta num mundo de gente de biquini e shorts), tomamos refri e suco, comemos umas batatinhas, uns smallfishies (peixinho frito) e dividimos um hamburguer (acho que apareceu uma farofa, mas eu ainda estava de gesso e preferia comidinhas de espetar do que de equilibrar).

Semana que vem, já conseguimos entrar no quarto

o link do hotel:

http://ww2.costadosauipe.com.br/SauipeFun.aspx


Veja também a Parte 1

A Parte 3

A Parte 4

Comentários

  1. Flor...msm com essa tensão de esperar o quarto,deve ter sido bom demais curtit comidinha boa e gostosa em outro lugar...

    Bjuuus

    O lugar é lindissimo

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  2. Que lugar lindo! E esse negócio de coisas infinitas é o sonho de toda criança entranhada em corpo de adulto (eu! eu! eu!), kkkkk!

    Olha, demorou, mas valeu a pena, hein? Uau!


    Beijos lindona!


    FUIZ...

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  3. Que lugar mágico, hein! Adoro seu jeito divertido de escrever (a última frase foi demais, kkk). Bjs

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  4. Como assim o sorvete era infinito, o refri era infinito, que delícia, que hotel é esse!!!
    Bj!

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  5. Um lugar lindo!!!

    Excelente para uma lua-de-mel perfeita.

    Depois da tensão que qualquer dia de viagem exige deve ter valido bem a pena toda a espera ;)

    Beijinhos e FORÇA na RA!!!

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